Vivência no manguezal da Estação Ecológica de Carijós

Vivência no manguezal da Estação Ecológica de Carijós

(Imagem do Facebook da estação)

Além do ecossistema de manguezal, também protege áreas de restinga, rios e banhados; e possui elevada importância para a preservação da Baía Norte, por ser área de reprodução e crescimento de animais marinhos, muitos de valor comercial. Com 720 hectares, a ESEC Carijós abriga mais de 500 espécies de animais e dezenas de espécies da flora de manguezais e restingas. Destacam-se as espécies de maior porte como o jacaré-do-papo amarelo, lontra, ratão-do-banhado e o graxaim. Estudos apontam a ocorrência de 110 espécies de aves, o equivalente a 25% da avifauna do Estado. A fauna aquática é especialmente rica, onde se destacam caranguejos, mariscos, ostras, robalos, tainhas, bagres e camarões. A unidade apresenta duas glebas: Ratones, com 625 hectares e Saco Grande, com 95 hectares. O manguezal do rio Ratones é o maior e o mais bem preservado da Ilha de Santa Catarina. Grande parte dos manguezais de Florianópolis foi aterrada, desmatados ou descaracterizados, restando apenas 38 % da área original do manguezal de Ratones e 68 % do manguezal do Saco Grande. A ESEC Carijós também protege 3 sítios arqueológicos – sambaquis – com idade estimada de 4.000 anos, indícios da antiga ocupação humana na região. (fonte: facebook da estação)

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Atividade: visita guiada pelo manguezal da estação ecológica.

Recomendações: roupas para mangue (calçado fechado, calça, boné, camisa de manga cumprida, roupa velha que possa sujar, …), levar repelente, levar protetor solar, levar lanches e água.